Autoestima
Como a infância afeta a autoestima na vida adulta?
Por Kesler Soares Pereira · 2 min de leitura

Entenda como as primeiras relações familiares moldam a percepção de valor próprio e influenciam as escolhas na fase adulta através de um olhar psicanalítico.
Você sente que nunca é bom o suficiente, apesar das suas conquistas reais? Muitas vezes, essa sensação de inadequação constante faz com que você se questione se o problema está no presente ou em algo que ficou guardado no passado.
Como se forma a autoestima na infância?
Voltar ao sumário ↑A autoestima é a construção da imagem que o sujeito faz de si mesmo a partir do olhar do outro. Nos primeiros anos de vida, a criança depende inteiramente do reconhecimento dos cuidadores para entender seu valor. Se esse olhar foi excessivamente crítico, negligente ou condicional, o indivíduo pode crescer sentindo que precisa performar para ser amado.
O impacto do ambiente familiar
Voltar ao sumário ↑Um ambiente onde a criança não encontra espaço para expressar suas emoções pode gerar uma dependência emocional no futuro. A falta de validação básica interrompe o desenvolvimento da autonomia, fazendo com que o adulto busque constantemente aprovação externa para validar sua existência.
A repetição de padrões na fase adulta
Voltar ao sumário ↑A psicanálise observa que tendemos a repetir dinâmicas infantis em nossos relacionamentos. Se houve um medo de ficar sozinho na infância, o adulto pode aceitar migalhas afetivas. Investigar essas raízes em terapia ajuda a desconstruir o discurso interno autodepreciativo.
Perguntas Frequentes
Voltar ao sumário ↑Como saber se minha baixa autoestima vem da infância? Observe se suas reações a críticas atuais são desproporcionais e se a voz que te julga soa como a de algum cuidador do passado.
É possível mudar a autoestima depois de adulto? Sim, através do processo de análise é possível ressignificar as memórias e construir uma nova relação com o próprio desejo.
O que fazer quando me sinto inferior aos outros? Identificar que a comparação nas redes e na vida real é um reflexo de faltas antigas é o primeiro passo para o acolhimento.




