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Fim do Mundo e rotina de trabalho em Curitiba
Por Kesler Soares Pereira · 2 min de leitura

Entenda a relação entre o colapso subjetivo e a pressão produtiva no cotidiano curitibano sob a ótica da psicanálise.
Fim do Mundo e rotina de trabalho em Curitiba
A sensação de fim do mundo em Curitiba vinculada ao trabalho tem sido um tema recorrente na capital paranaense, especialmente em setores de alta cobrança produtiva. Esse estado psicológico manifesta-se como uma percepção de que a estrutura da realidade está prestes a ruir, transformando obrigações profissionais comuns em fontes de angústia paralisante.
O peso da rotina externa vs. O colapso interno
Voltar ao sumário ↑Na rotina curitibana, o compromisso com a eficiência e a pontualidade muitas vezes mascara um sofrimento psíquico profundo. Enquanto a rotina externa exige continuidade e ordem, o sentimento de fim do mundo atua como uma ruptura simbólica. O sujeito sente que o tempo parou ou que as horas de trabalho não fazem mais sentido. Essa dissociação entre o que a cidade exige e o que a mente suporta pode gerar sintomas de ansiedade aguda, onde o medo do amanhã substitui a capacidade de planejamento.
A pressão por desempenho vs. A desestruturação do eu
Voltar ao sumário ↑A comparação entre o ideal de estabilidade profissional e a fragilidade emocional revela um conflito de identidade. Onde o trabalho deveria ser um espaço de construção, ele passa a ser vivido como um cenário de desastre iminente. Essa percepção não é necessariamente um reflexo de fatos externos, mas uma projeção de um estado de depressão ou exaustão que retira a cor da realidade. A psicanálise convida a investigar o que, dentro da história do indivíduo, está de fato "terminando" para que a vida profissional pareça tão ameaçadora.
Perguntas Frequentes
Voltar ao sumário ↑Como diferenciar estresse comum dessa sensação de fim do mundo? O estresse está ligado a tarefas, enquanto o fim do mundo é uma sensação de que a própria existência e o futuro perderam o sentido.
O clima de Curitiba influencia esse sentimento? Fatores ambientais podem intensificar o isolamento, mas a raiz do colapso costuma ser uma questão psíquica interna não processada.
É possível trabalhar sentindo que tudo vai desabar? Sim, muitas pessoas mantêm a funcionalidade no modo automático, embora isso agrave o sofrimento e a sensação de despersonalização.





