Comportamento
Autoestima: Como Aumentar a Minha?
Kesler Soares Pereira | Cronos DH
2 min de leitura
Entenda o que é a autoestima sob a perspectiva psicanalítica e como a construção do valor próprio influencia suas relações e bem-estar emocional.
Olá. Se você chegou até aqui, talvez sinta que seu valor depende sempre da aprovação de alguém ou de um resultado perfeito. É comum sentar-se na sala de espera e perguntar por que a opinião dos outros pesa tanto e a sua parece sumir.
A autoestima é a avaliação subjetiva que o indivíduo faz de si mesmo, baseada na distância entre quem ele é e quem ele gostaria de ser. Em vez de uma régua fixa, ela funciona como um regulador de energia interna: quando está baixa, economizamos afeto por medo da rejeição; quando está equilibrada, investimos na vida com mais segurança.
Por que me sinto insuficiente?
Voltar ao sumário ↑Essa sensação geralmente nasce de um conflito entre o 'eu real' e o 'eu ideal'. Quando as cobranças internas são muito altas, o indivíduo desenvolve um quadro de autocrítica severa. Não se trata de falta de capacidade, mas de um filtro emocional que só deixa passar as falhas.
Check · Autoestima
Isso tem a ver com você?
Minha autoestima está baixa?
Cerca de 60 segundos. Você recebe um resumo do seu padrão na hora.
Entrada gratuita · leitura orientativa, não é diagnóstico.
Como a terapia ajuda nisso?
Voltar ao sumário ↑O processo busca entender de onde vieram as vozes que te julgam. Ao investigar a dependência emocional e as origens da sua segurança, é possível transformar a autossabotagem em autocompreensão. Não é sobre 'pensar positivo', mas sobre integrar suas luzes e sombras.
Perguntas Frequentes
Voltar ao sumário ↑O que causa a baixa autoestima? Ela costuma ser moldada por experiências de desamparo na infância ou por comparações constantes com padrões irreais na vida adulta.
É possível mudar minha visão sobre mim? Sim, através da psicanálise, você identifica padrões repetitivos e reconstrói a relação com sua própria identidade.
Como parar de me comparar? A comparação diminui quando focamos na própria história e reconhecemos que o valor humano não é uma métrica competitiva.